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Tudo o que se sabe sobre o caso da grávida desaparecida na Murtosa

Mónica Silva, de 33 anos e grávida de sete meses, desapareceu no dia 3 de outubro de 2023, na Murtosa. Saiu de casa por volta das 21h00 e disse aos filhos, de 11 e 14 anos, que ia tomar café. Foi a última vez que os familiares a viram. Duas horas depois, às 23h00, ligou ao filho mais velho a avisar que estava tudo bem e que não demoraria a regressar a casa, mas nunca mais voltou.

A irmã gémea de Mónica, Sara Silva, explicou que o filho não suspeitou de nada e que a mãe falou normalmente durante a chamada.

Na quinta-feira seguinte, a 5 de outubro, a família participou o desaparecimento de Mónica à GNR da Murtosa. A irmã diz que sempre acreditou ter-se tratado de um rapto. Na noite em que desapareceu, a grávida levava consigo as ecografias da gravidez.

A GNR começou as buscas na Murtosa e em locais indicados pela família como sítios em que Mónica gostava de ir.

Caso entregue à Polícia Judiciária

A 9 de outubro, segunda-feira, o caso ficou sob a alçada da Polícia Judiciária (PJ) de Aveiro. As autoridades começaram por analisar as antenas celulares para tentar perceber, mediante a localização do telemóvel, onde poderia estar Mónica. Ao que o CM conseguiu apurar, segundo o rastreio feito pela família de Mónica, o dispositivo foi localizado pela última vez em Sintra.

A par disso, não tinham sido feitos levantamentos de dinheiro das contas de Mónica Silva, nem existia nenhum sinal de desaparecimento voluntário. Mónica, por estar grávida de sete meses, sentia dificuldades em movimentar-se.

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