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Rute Cardoso volta a recusar convite para apoiar Portugal no Mundial e há um motivo comovente

Rute Cardoso voltou a optar por não marcar presença no estádio para assistir a mais um jogo da Seleção Nacional no Mundial de 2026, apesar dos convites que lhe foram dirigidos pela Federação Portuguesa de Futebol. Um ano depois da morte de Diogo Jota e do irmão, André Silva, a decisão continua a estar ligada à enorme carga emocional que estes momentos representam para a viúva do antigo internacional português.

A partida ganha um significado ainda mais especial por coincidir com a data em que se assinala um ano da trágica morte de Diogo Jota. Está prevista uma homenagem ao antigo jogador da seleção e ao irmão antes do encontro, mas Rute Cardoso preferiu permanecer em Portugal, longe das bancadas, tal como já tinha acontecido nos jogos anteriores da equipa das quinas.

Segundo José Manuel Delgado, autor da biografia Diogo Jota – Nunca Mais é Muito Tempo, Rute recebeu vários convites para assistir aos encontros, mas admite que ainda não consegue lidar com a emoção. De acordo com o jornalista, sempre que vê um jogo da Seleção Nacional sente, involuntariamente, que continua à procura de Diogo Jota em campo, tornando a experiência demasiado dolorosa.

A data tem ainda um simbolismo especial para Rute Cardoso, uma vez que assinala também o dia em que trocou as últimas mensagens com o marido, apenas dez dias depois de ambos terem celebrado o casamento. A recordação desse momento continua a marcar profundamente a viúva, que prefere viver este dia em recolhimento, enquanto Portugal presta homenagem à memória de um dos seus antigos internacionais.

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