Jovem português morto à facada em praia na Albânia

O português, de 20 anos, identificado com as iniciais L.V., foi encontrado morto com sinais de esfaqueamento, numa espreguiçadeira de praia em Ksamil, alegadamente após uma rixa que terá começados antes num estabelecimento de diversão noturna, o “Principote”, segundo relata a imprensa albanesa.
O suspeito do esfaqueamento, um homem de 29 anos identificado como Sokrat Vata, colocou-se em fuga, mas foi entretanto detido pela polícia. Viajava escondido na mala de um carro, conduzido por uma mulher e um homem, ambos turcos, que também foi detidos.
O suspeito tem cadastro no Reino Unido por crimes relacionados com tráfico de droga, posse de armas e condução perigosa. Segundo outro órgão de comunicação social (OCS), o “City News Albania” (CNA), o alegado agressor trabalhava como segurnaça no bar e é uma das 11 pessoas detidas na sequência da morte do jovem português.
Dois homens, de 29 e 36 anos, são procurados pela polícia, um dos quais, identificado pelas iniciais DH, é suspeito de agredir o cidadão lusitano e considerado como co-autor do homicídio, Sokrat Vata, que terá desferido várias facadas nas costas e no peito do jove português.
O desentendimento entre os dois homens terá sido causado por uma disputa relacionada com uma mulher, diz o site “Albania Daily News”, mas a investigação ao ainda prossegue. O CNA, portal de notícias e agência de média digital com sede na capital Tirana, diz que a morte do jovem português terá ocorrido no contexto de uma rixa.
Outro OCS albanês, o “Vox Press”, o jovem português terá sido assassinado dentro de um dos bares do “resort”, por volta das 2.30 da madrugada, e levado para a espreguiçadeira na praia, onde foi deixado à morte. Seria encontrado cerca de três horas depois, quando a polícia foi chamada para investigar.
Segundo o CNA, entre os detidos estão um polícia e um agente da polícia municipal de Gjirokastër, que estavam de serviço de segurança no bar “Principote” e não fizeram nada para impedir o crime. O dono do estabelecimento onde terá começado a confusão, identificado como Bekim Bulica, foi também interrogado pela polícia, por ter deixado o local do crime sem informar as autoridades.
Bekim Bulica incorre no crime de “omissão de reportar um crime”, assim como quatro funcionários do bar, que também foram detidos pela polícia albanesa. O dono do “Principote” tem antecedentes criminais por agressão a um polícia, há três anos.







