Carlos Castro e Renato Seabra: revelados detalhes inéditos do crime que chocou Nova Iorque

O Expresso falou com o ex-advogado e com o neuropsicólogo norte-americano, que foi uma testemunha-chave para condenar o jovem português de Cantanhede.
Os rascunhos feitos pela Polícia Científica de Nova Iorque mostram a violência do crime.
A história do que aconteceu no quarto 3416 do Hotel Intercontinental, entre a um e as sete da tarde do dia 7 de janeiro de 2011, continua a gerar interesse e curiosidade.
A jornalista Marta Gonçalves mergulhou no processo para reconstruir o caso, no podcast ‘Aqui Há Crime, e conseguiu chegar à fala, em exclusivo, com alguns dos principais intervenientes.
Na cidade que nunca dorme, Carlos Castro, de 65 anos, e Renato Seabra, de 21, tinham passeado, ido às compras e visto dois espetáculos na Broadway. Estes passos viriam, mais tarde, a ser analisados à lupa pela investigação e alvo de especulação pela defesa.
Na lista de provas recolhidas pela Polícia Científica estão as armas do crime, o computador e o saca-rolhas.
Enquanto o corpo de Carlos Castro jazia no chão, Renato Seabra tomou banho, vestiu um fato e saiu. Acabou por ser encontrado num hospital do centro de Manhattan. Foi para lá levado por um taxista, que se tornou peça-chave na caça ao homem lançada pela polícia.
A notícia começa a chegar a Portugal. Tinham passado 85 dias desde que se conheceram.
No programa de talentos “Respira”, Renato surge a desfilar ao som de música. Era um jovem modelo. Falou pela primeira vez com Carlos Castro através do Facebook. Encontraram-se no Portugal Fashion e deram um beijo no primeiro encontro. A natureza da relação viria também a alimentar a tese de falta de empatia pela vítima.







