Caso Lara: PJ revela que madrasta tentou enganar autoridades antes de indicar local do corpo

A investigação à morte de Lara, menina de 8 anos encontrada sem vida no concelho de Valpaços, continua a revelar novos detalhes sobre o comportamento da principal suspeita após a sua detenção. A madrasta da criança, de 48 anos, encontra-se sob investigação da Polícia Judiciária, depois de ter confessado o alegado crime.
Em declarações divulgadas à comunicação social, o diretor da Polícia Judiciária de Vila Real, David Martins, explicou que a suspeita terá inicialmente tentado induzir as autoridades em erro, apontando vários locais diferentes onde alegadamente estaria o corpo da criança. No entanto, essas indicações acabaram por não corresponder à realidade, atrasando a localização do cadáver.
Em declarações divulgadas à comunicação social, o diretor da Polícia Judiciária de Vila Real, David Martins, explicou que a suspeita terá inicialmente tentado induzir as autoridades em erro, apontando vários locais diferentes onde alegadamente estaria o corpo da criança. No entanto, essas indicações acabaram por não corresponder à realidade, atrasando a localização do cadáver.
Segundo o responsável policial, apenas mais tarde, já durante a madrugada, a mulher terá finalmente indicado o local correto onde o corpo de Lara se encontrava, permitindo às equipas no terreno avançar com a recuperação da menor. A investigação prossegue agora para reconstruir com rigor toda a sequência de acontecimentos.
A criança terá sido encontrada numa zona de mata na região de Valpaços, num cenário que continua a ser alvo de perícias detalhadas por parte das autoridades. O caso tem gerado forte impacto público, não só pela violência dos factos, mas também pelas circunstâncias familiares envolvidas, que continuam a ser analisadas pelas autoridades judiciais.
A suspeita deverá ser presente a primeiro interrogatório judicial, onde serão determinadas as medidas de coação a aplicar. Entretanto, o processo segue em segredo de justiça, enquanto a Polícia Judiciária continua a recolher elementos que possam esclarecer integralmente este crime que chocou o país.





