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Tia de Mónica Silva acredita que Valente teve ajuda dos pais para matar grávida da Murtosa

A investigação à morte trágica de Mónica Silva, grávida da Murtosa, continua a gerar consternação e revelações marcantes. Filomena Silva, tia da vítima, acredita que Fernando Valente — principal suspeito do homicídio — não agiu sozinho. Em declarações à CMTV, afirmou de forma contundente: “Ele não podia com um cadáver sozinho”.

Filomena defende que o jovem, que confessou ter matado Mónica e ocultado o corpo, terá tido ajuda dos próprios pais para se livrar do corpo da vítima, cuja gravidez resultava de uma relação extraconjugal com o suspeito. A familiar mostra-se revoltada com o crime e exige que a Justiça portuguesa atue de forma firme: “Quero que a Justiça o condene corretamente”, reforçou.

Recorde-se que Mónica Silva, de 32 anos e com cerca de seis meses de gestação, foi dada como desaparecida no final de abril. Dias depois, o corpo foi encontrado numa zona florestal da região. A investigação centrou-se em Fernando Valente, com quem a vítima mantinha uma ligação, apesar de este estar envolvido noutra relação.

A suspeita da tia ganha força tendo em conta a complexidade logística de ocultar um corpo. Filomena salienta que, além do transporte do cadáver, o próprio encobrimento exige meios que dificilmente alguém conseguiria sozinho. “Não acredito que ele tenha conseguido fazer aquilo tudo sem ajuda. É demasiado pesado — física e emocionalmente.”

Este caso trágico, que envolve uma jovem grávida, um presumível triângulo amoroso e suspeitas de envolvimento familiar no crime, continua a ser acompanhado com grande atenção pública. A Polícia Judiciária prossegue com as diligências para apurar todos os contornos da morte de Mónica, incluindo a eventual participação de terceiros.

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