“Telemóvel da idade da pedra” usado para esconder morte de Mónica Silva

A revelação foi feita durante o decorrer da investigação criminal, apontando para uma tentativa clara de dificultar o trabalho das autoridades. O dispositivo em questão, com 13 anos de uso e sem funcionalidades de geolocalização ou acesso a redes móveis modernas, terá sido utilizado para contactar Mónica nos dias que antecederam o seu desaparecimento, pode ler-se no Correio da Manhã.
Fernando Valente, que já havia sido apontado como o principal suspeito do presumível homicídio, continua a ser alvo de uma investigação complexa, marcada por lacunas de prova digital e por elementos que sugerem premeditação. A ausência de sinais electrónicos consistentes dificultou desde o início as diligências policiais e a reconstrução dos últimos passos de Mónica Silva.
O caso continua envolto em mistério, com a Polícia Judiciária a manter as investigações ativas. As autoridades reiteram o apelo à colaboração da população para qualquer informação adicional que possa contribuir para o esclarecimento do desaparecimento da jovem grávida, cuja ausência continua a marcar profundamente a comunidade local.







