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Renato Seabra: psicólogos apontavam sinais de problemas psiquiátricos antes do crime

O ex-manequim, que tinha 21 anos na altura e havia participado no programa da SIC À Procura do Sonho, matou e mutilou Carlos Castro, de 65 anos, num quarto de hotel em Nova Iorque, utilizando um saca-rolhas. Atualmente, cumpre 25 anos de prisão mínima até perpétua numa das cadeias mais rigorosas dos Estados Unidos.

No programa Noite das Estrelas de sexta-feira, 22 de agosto, a apresentadora Maya abordou avaliações feitas por psicólogos e psiquiatras sobre Renato Seabra, citadas no livro Morrer em Times Square, do jornalista Hernâni Carvalho. Segundo Maya, estas análises sugerem que Renato já dava sinais de possíveis problemas psiquiátricos, que poderão ter contribuído para o surto psicótico que culminou no crime. “Obviamente, há sempre um gatilho… mas é algo que já vinha com ele”, afirmou.

O comentador Zé Gouveia acrescentou que, caso o caso tivesse sido julgado em Portugal, Renato Seabra poderia ter sido considerado inimputável e, cumprindo 2/3 da pena, estaria já em liberdade. Maya reforçou: “Nos EUA, a lei é diferente e a pena é muito mais pesada. Se fosse em Portugal, a história poderia ter sido outra.”

A notoriedade do caso voltou a surgir nas redes sociais após a revelação de que a irmã de Renato, Joana Seabra, é deputada na Assembleia da República, reacendendo o interesse mediático pelo crime que marcou a história criminal portuguesa.

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